por Tody Macedo

A ignorância é maior quando não temos possibilidade de combatê-la. (foto: Cia de Foto / CC BY-NC 2.0).

Poucas palavras, meias verdades… Idéias, atitudes, sei lá mais o quê… não sei porque mas não entendo porquê há pessoas que jogam as próprias idéias no lixo. Definitivamente eu não sou desses que jogam as próprias idéias pelo ralo, num atentado insano de manter algo intacto. Eu só não entendo o que é que vai se manter a prumo.  A criatividade ganha rumo se liberta, se exposta, se debatida em dialética democrática. Acredito que fui infeliz na minha colocação, pois acredito que toda e qualquer forma de dialética é pertinente a democracia.

Nunca fui de deixar o que penso de lado, ainda mais sabendo que o que eu penso está no seguimento concernente ao crescimento, não da minha pessoa, mas global ao que envolve o meio em que estou inserido.

Luto com armas sadias. Brigo por causa justa. Estar envolvido em jogos de azar nunca foi minha praia. Perambulo pelo ar, deixando á maré me embalar, mas ajusto as minhas velas e ressoar um eco pelo horizonte fazendo um monte distorcido, fraseado nas ondas da tempestade reverberando a minha vontade numa campanha impar.

Lembro um dia que me foi imposto uma idéia que não estava certa. Até que deu certo. Mas é desconfortável fazer da forma errada. A minha admiração maior foi a humildade em reconhecer a comodidade, mostrando que naquele senhor habita a fragilidade, mas na busca por melhores meios alcança a habilidade da alma,  tornando-se nobre, de arrogância pobre, admirável e inquestionável…

Eu posso mudar de idéia, mas nunca vou deixá-la muda ou recôndita. Peça-me para não olhar em teus olhos, dou-te o direito a dar-me um tapa, mas não vou dar ao mundo a oportunidade de abster-se dos meus pensamentos. Perco conhecidos, mas não perco a minha voz com o meu pensar! Os amigos eu não perco porque mesmo que eles não reflitam, nem queiram ouvir, vão cogitar algo novo a pensar, tornando agradável a imensidão do saber!