Por Tody Macedo

Um mergulho no escuro da noite banhado pela lua. Doce lua acalma minh’alma. Doce brisa que me congela os pensamentos.

Nos caminhos da lua busquei uma rosa, e no seu perfume destilei mel.

Me banhei com seu brilho, mas era o mar da insensatez.

Quero voltar novamente à Lua, beber da sua loucura, me embriagar com seus amores. Em teu colo fazer morada, e sendo que nada mais me resta…

Olho-te…

Admiro-te mais uma vez!

(Assim, coloco os meus óculos, olho pela janela, com uma brisa que toca meu rosto, tornando frio os meus lábios. Ergo os meus olhos e lá no alto, imponente a clarear minh’alma contemplo mais uma vez a lua.)